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PT quer punição a pastores que usam igreja pró-Bolsonaro




Jair Bolsonaro, candidato a Presidência do Brasil em 2018

Jair Bolsonaro, candidato a Presidência do Brasil em 2018

A cúpula do PT quer pedir maior rigor do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na atuação de pastores que usam suas igrejas para pedir votos ao candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL), de acordo com a Coluna do Estadão.

Não há consenso se a via jurídica é a mais adequada.

A Coluna teve acesso ao jornal Mensageiro da Paz, da Assembleia de Deus, de setembro, que divulgou aos 22 milhões de fiéis uma tabela comparando o que pensa cada presidenciável sobre temas comportamentais.

No quadro, Jair Bolsonaro é o único que aparece contra o aborto, o “casamento gay”, a liberação das drogas e a ideologia de gênero, temas caros às igrejas. Haddad não aparece, porque ainda não era candidato.

O ex-ministro do TSE Marcelo Ribeiro diz que o tema ainda é novo no direito eleitoral, mas que o TSE começa a punir o que considera “abuso do poder religioso”, que é usar a estrutura da religião para pedir voto.

Pastores influentes

Na semana passada, um crescente número de líderes cristãos se posicionou abertamente sobre sua opção de voto para as eleições de 2018. Temendo que o comunismo, a total banalização de valores e o cerceamento da liberdade religiosa se instale definitivamente no Brasil, grande parte dos pastores e cantores cristãos expressaram publicamente sua intenção de voto no presidenciável do PSL, Jair Bolsonaro.

Entre eles, estão Ap. Rina (Bola de Neve), Estevam Hernandes (Renascer em Cristo), Silas Malafaia e Cláudio Duarte (Vitória em Cristo), Samuel Câmara (presidente da Convenção da Assembleia de Deus no Brasil – CADB), Edir Macedo (Igreja Universal), José Wellington (Assembleia de Deus), R.R. Soares (Igreja Internacional da Graça de Deus), além de cantores como André Valadão, PG, Mattos Nascimento e Ana Paula Valadão.

Entre os motivos colocados para explicar suas decisões, os pastores apontaram a crise moral que o Brasil vive atualmente, agravada por 13 anos de governo do PT.

Fonte: Coluna do Estadão (Juliana Braga e Naira Trindade)

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