{"id":10935,"date":"2014-02-27T18:08:56","date_gmt":"2014-02-27T18:08:56","guid":{"rendered":"http:\/\/itingagospel.com.br\/portal\/?p=10935"},"modified":"2014-02-27T18:08:56","modified_gmt":"2014-02-27T18:08:56","slug":"a-natureza-do-inferno","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/itingagospel.com.br\/portal\/a-natureza-do-inferno\/","title":{"rendered":"A natureza do inferno"},"content":{"rendered":"<p>O inferno \u00e9 uma realidade mesmo que voc\u00ea n\u00e3o creia! A B\u00edblia n\u00e3o se ocupa em discorrer sobre a anatomia..<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/itingagospel.com.br\/portal\/a-natureza-do-inferno\/inferno-250x200\/\" rel=\"attachment wp-att-10936\"><img decoding=\"async\" class=\"alignleft size-thumbnail wp-image-10936\" title=\"inferno-250x200\" src=\"http:\/\/itingagospel.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/inferno-250x200-200x160.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"160\" srcset=\"https:\/\/itingagospel.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/inferno-250x200-200x160.jpg 200w, https:\/\/itingagospel.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/inferno-250x200.jpg 250w\" sizes=\"(max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/><\/a>O inferno \u00e9 uma realidade mesmo que voc\u00ea n\u00e3o creia!<\/p>\n<p>A B\u00edblia n\u00e3o se ocupa em discorrer sobre a anatomia do inferno como alguns autores contempor\u00e2neos se arriscam a fazer em nome de uma suposta divina revela\u00e7\u00e3o, mas se prop\u00f5e a nos ensinar sobre sua realidade e suas mais relevantes caracter\u00edsticas. O inferno n\u00e3o \u00e9 um mito criado pelos escritores b\u00edblicos, \u00e9 antes, um lugar e estado de sofrimento ininterrupto e pleno sob o qual padecer\u00e1 todos quantos n\u00e3o forem regenerados pelo sacrif\u00edcio vic\u00e1rio de Cristo.<\/p>\n<p>Antes de iniciarmos uma reflex\u00e3o ou debate mais profundo acerca deste momentoso tema, se faz necess\u00e1rio introduzirmos algumas id\u00e9ias de grande relev\u00e2ncia. Primeiro, \u00e9 necess\u00e1rio que os leitores da B\u00edblia compreendam que h\u00e1 uma larga diferen\u00e7a entre o que a B\u00edblia diz e o que ela revela com o que diz. Por exemplo, a B\u00edblia diz que Elias orou sete vezes, pela s\u00e9tima seu servo viu uma pequena nuvem, com isso Elias parou de orar e entendeu que suas peti\u00e7\u00f5es haviam sido atendidas. Ao contrario do que muitos dizem sobre o misticismo do n\u00famero sete, Elias ensina-nos com sua experi\u00eancia que devemos orar com perseveran\u00e7a at\u00e9 recebermos as respostas que almejamos de Deus.<\/p>\n<p>Em outro texto n\u00e3o muito distante desse, o autor de 2 Reis nos dir\u00e1 que o arrogante general da S\u00edria Naam\u00e3, foi purificado de sua lepra ap\u00f3s mergulhar sete vezes no rio Jord\u00e3o. Lendo o texto de 2 Reis 5 por inteiro, veremos que Naam\u00e3 rejeitou a principio as palavras de Elizeu, mas dissuadido de sua posi\u00e7\u00e3o orgulhosa, obedeceu as palavras do profeta. Este epis\u00f3dio interpretado hermeneuticamente, diz-nos que h\u00e1 milagres recebidos pela obedi\u00eancia, ou seja, quando abrimos m\u00e3o de qualquer orgulho e resolvemos obedecer \u00e0s palavras de Deus, podemos ser restaurados. Essa \u00e9 a li\u00e7\u00e3o do texto. Essa passagem b\u00edblica de modo nenhum objetiva revelar um suposto poder advindo do n\u00famero sete.<\/p>\n<p>Assim tamb\u00e9m a B\u00edblia procede em outras passagens e em outras tem\u00e1ticas. A B\u00edblia chama Jesus de cordeiro, mas n\u00e3o devemos esperar encontrar no c\u00e9u o Salvador em forma de cabrito. Ao chamar Jesus de cordeiro a B\u00edblia identifica-o com a natureza do seu sacrif\u00edcio tal como os cordeiros que eram sacrificados no templo. Em outro texto a B\u00edblia diz-nos que o povo de Israel sairia em paz e seria guiado em paz e por onde passasse as \u00e1rvores dos bosques lhes bateria palmas. Obviamente, essa afirma\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 literal. O significado desse texto \u00e9 que a fidelidade de Israel faria com que aonde ele chegasse fosse reverenciado pelos demais povos e favorecido pela natureza.<\/p>\n<h2>Dada essa palavra, voltemos ao tema deste cap\u00edtulo.<\/h2>\n<p>A B\u00edblia, em especial o Novo Testamento, fala largamente sobre a exist\u00eancia do inferno defendendo sua realidade e at\u00e9 definindo em termos gerais sua natureza. Para iniciarmos uma reflex\u00e3o sobre o inferno precisamos dizer que as vers\u00f5es b\u00edblicas em l\u00edngua portuguesa n\u00e3o chamam de inferno apenas o lugar e estado para onde ir\u00e3o os condenados conjuntamente com os dem\u00f4nios; chama tamb\u00e9m de inferno a morada de todos os mortos e ainda denomina como inferno o estado de minimiza\u00e7\u00e3o de poder que os dem\u00f4nios sofreram quando abandonaram seu minist\u00e9rio angelical no c\u00e9u. Entretanto, o texto sagrado grego atribui outros termos aos que nossas vers\u00f5es chamam de inferno. H\u00e1 tr\u00eas palavras diferentes com significados distintos, discorreremos sobre cada uma delas e examinaremos v\u00e1rios textos no af\u00e3 de encontrar os melhores sentidos para o tema em pauta.<\/p>\n<p>Sei que at\u00e9 aqui a compreens\u00e3o do leitor pode n\u00e3o ter ainda alcan\u00e7ado a linha de racioc\u00ednio proposta. Para clarearmos propomos alguns exemplos:<\/p>\n<p>Em Mateus 5. 22 lemos: \u201cEu, por\u00e9m, vos digo que todo aquele que [sem motivo] se irar contra seu irm\u00e3o estar\u00e1 sujeito a julgamento; e quem proferir um insulto a seu irm\u00e3o estar\u00e1 sujeito a julgamento do tribunal; e quem lhe chamar: Tolo, estar\u00e1 sujeito ao inferno de fogo.\u201d (grifo meu).<\/p>\n<p>Nesse texto a palavra traduzida como inferno \u00e9 Geena e para o significado que comumente empregamos \u00e9 a mais correta \u201cGeena\u201d ou \u201cGeena de fogo\u201d traduz-se como inferno, isto \u00e9, o lugar da puni\u00e7\u00e3o futura por causa das caracter\u00edsticas semelhantes que envolvem ambas as coisas. Foi uma palavra que Jesus usou diversas vezes em seus discursos para explicar com pertin\u00eancia a natureza cruel e humilhante do lugar para onde os \u00edmpios ser\u00e3o sentenciados por toda a eternidade.<\/p>\n<p>Historicamente falando, Geena nomeava, originalmente, o vale de Hinnon, ao sul de Jerusal\u00e9m. Nos tempos veterotest\u00e1mentarios, quando o paganismo invadiu as pr\u00e1ticas de culto do povo israelita, iniciou-se a pr\u00e1tica pag\u00e3 de sacrif\u00edcios humanos. No lugar chamado de \u201cvale de Hinnon\u201d havia uma sali\u00eancia usada como altar. Diz-se que ali muitos pais seguravam seus filhos pelos p\u00e9s e perfurava-lhes o pesco\u00e7o; enquanto os demais participantes daqueles cultos tocavam seus tambores atr\u00e1s daqueles adoradores de Moloque, ensurdecendo desse modo os pais.<\/p>\n<p>O barulho produzido pelos tamboristas era t\u00e3o alto que os pais eram impedidos de ouvir os gritos e choros de seus filhos. \u00c9 sabido que com o passar do tempo, o vale que talvez pertencesse a uma fam\u00edlia de sobrenome HINNON tornou-se o dep\u00f3sito e incinerador do lixo de Jerusal\u00e9m. Lan\u00e7avam-se ali cad\u00e1veres de animais para serem consumidos pelo fogo, aos quais se acrescentava enxofre para ajudar na queima.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m se lan\u00e7ava ali cad\u00e1veres de criminosos executados, considerados imerecedores de um sepultamento decente num t\u00famulo memorial. O relato dos evangelhos revela que ap\u00f3s a morte de Jesus por crucifica\u00e7\u00e3o, Jos\u00e9 de Arimateia pediu a Pilatos permiss\u00e3o para remover e sepultar o seu corpo. Isso ocorreu porque Jesus foi assassinado como um malfeitor aos olhos das autoridades civis e religiosas da \u00e9poca. Caso Jos\u00e9 de Arimateia n\u00e3o houvesse recebido permiss\u00e3o para remover e sepultar o corpo de Jesus, as autoridades intencionavam jogar seu corpo na Geena, isto \u00e9, no aterro sanit\u00e1rio de Jerusal\u00e9m.<\/p>\n<p>Quando os cad\u00e1veres caiam no fogo, eram consumidos por ele, mas, quando os cad\u00e1veres caiam sobre uma sali\u00eancia da ravina funda, sua carne em putrefa\u00e7\u00e3o ficava infestada de vermes, que n\u00e3o morriam at\u00e9 terem consumido as partes carnais, deixando somente os esqueletos. Pela determina\u00e7\u00e3o do rei Josias em seus dias nenhum animal ou criatura humana viva deveria se lan\u00e7ado na Geena para serem queimados vivos ou atormentados.<\/p>\n<p>Geena \u00e9 uma compara\u00e7\u00e3o adequada para descrever o perverso e sua situa\u00e7\u00e3o futura. Geena ent\u00e3o n\u00e3o \u00e9 em si mesma o inferno, mas \u00e9 a mais clara met\u00e1fora para ele. A seguir veremos que n\u00e3o foi debalde que Jesus utilizou-se dessa palavra para falar do destino eterno dos impenitentes.<\/p>\n<p>Dada esta explica\u00e7\u00e3o tratemos sobre a natureza do inferno. Preciso voltar a dizer que h\u00e1 uma larga diferen\u00e7a entre o a B\u00edblia diz e o que ela quer revelar com o que est\u00e1 expresso. Sempre que o Novo Testamento trata sobre o inferno, ele se utiliza de termos como fogo, choro, ranger de dentes, lugar onde o bicho nunca morre e trevas espessas essa linguagem visa alcan\u00e7ar a compreens\u00e3o humana para a realidade sofredora do inferno. Os termos mencionados n\u00e3o devem ser entendidos como literais, mas sim como figurados por algumas quest\u00f5es l\u00f3gicas e \u00f3bvias.<\/p>\n<h2>FOGO<\/h2>\n<p>A maior a\u00e7\u00e3o provocada pelo fogo \u00e9 alterar a forma natural das coisas. Ao usar a figura do fogo para descrever o inferno, Jesus d\u00e1-nos a entender que o homem que for condenado ser\u00e1 destitu\u00eddo de todas as caracter\u00edsticas das quais se orgulha, como: beleza, sensualidade, apar\u00eancia desej\u00e1vel ou pujan\u00e7a.<\/p>\n<p>Jesus se utilizou da linguagem da Geena como vimos estudando na introdu\u00e7\u00e3o deste cap\u00edtulo, para invocar a natureza sofredora do lugar para onde ir\u00e3o os que perecerem sem Deus. A figura do Geena retrata humilha\u00e7\u00e3o uma vez que somente os desonrados eram jogados l\u00e1. O inferno \u00e9 sem d\u00favida, um lugar e estado de humilha\u00e7\u00e3o eterna. O inferno tra\u00e7a um claro contraste com a vida na terra.<\/p>\n<p>No mundo os que criam suas pr\u00f3prias regras e n\u00e3o se submetem aos par\u00e2metros divinos parecem ser os que mais se destacam com honra. O inferno \u00e9 um lugar em que n\u00e3o h\u00e1 nenhum espa\u00e7o para se criar nenhuma regra que seja aparentemente interessante. \u00c9 lugar de desonra, solid\u00e3o, indignidade e reclus\u00e3o perp\u00e9tua.<\/p>\n<p>Outra imagem representada pela Geena \u00e9 a ideia de morte. Morte n\u00e3o \u00e9 apenas a aus\u00eancia de vida, morte \u00e9 a inaptid\u00e3o para participar de qualquer obra \u00fatil. No inferno n\u00e3o h\u00e1 vida ativa, s\u00f3 exist\u00eancia agonizante. Isso d\u00e1-nos a ideia de impot\u00eancia. Os corpos lan\u00e7ados na Geena exalavam odor repugnante para os demais, por isso, ningu\u00e9m apreciava estar l\u00e1. No contexto empregado por Cristo em que Geena \u00e9 o s\u00edmbolo da perdi\u00e7\u00e3o, os perdidos condenados sofrer\u00e3o o abandono e a solid\u00e3o eterna, sem ningu\u00e9m para compartilhar suas dores ou entreter.<\/p>\n<p>A figura do fogo tr\u00e1s a mente um elemento que destr\u00f3i, que machuca e que altera a forma original das coisas. Assim como os mais belos, luxuosos e caros objetos s\u00e3o destru\u00eddos e reduzidos \u00e0 cinzas pela a\u00e7\u00e3o do fogo, o estilo de vida f\u00fatil carregado de prazer pecaminoso ser\u00e1 completamente extirpado no inferno.<\/p>\n<h2>CHORO<\/h2>\n<p>Chorar \u00e9 o modo como expressamos nossa dor, frustra\u00e7\u00f5es, ang\u00fastias e agonias. Obviamente n\u00e3o haver\u00e1 no inferno o choro literal, por uma quest\u00e3o bastante l\u00f3gica: o liquido expelido no choro adentra ao organismo humano pelo banho, ingest\u00e3o de \u00e1gua ou de outros l\u00edquidos. No inferno n\u00e3o se espera que exista \u00e1gua, logo o choro ser\u00e1 inexistente. Entretanto, \u00e9 claro que quando Jesus mencionou o inferno como um lugar de choro, ele estava falando de um estado em que as emo\u00e7\u00f5es est\u00e3o extremamente agu\u00e7adas a ponto de o sofrimento ser intenso ao m\u00e1ximo. Um sentimento de remorso por ter usado inconvenientemente as oportunidades que teve; uma convic\u00e7\u00e3o plena de n\u00e3o ter mais sa\u00edda ou solu\u00e7\u00e3o de se inverter aquele estado.<\/p>\n<p>O sofrimento experimentado no inferno dever\u00e1 ser inexprim\u00edvel, pois os que ali estiverem cativos reconhecer\u00e3o a justi\u00e7a de Deus que pune com seu m\u00e1ximo rigor. Atrevo-me a conjecturar que os que estiverem sendo punidos n\u00e3o odiar\u00e3o a Deus nem ao Diabo, mas odiar\u00e3o a si mesmos por terem resistido a Deus e dado ao Diabo o governo de suas vidas. Isso lhes corroer\u00e1 a consci\u00eancia que n\u00e3o ser\u00e1 apagada por toda a eternidade.<\/p>\n<h2>RANGER DE DENTES<\/h2>\n<p>Esta express\u00e3o equivale a ideia de dor ou agonia. Quando algu\u00e9m vem a ranger os dentes a dor \u00e9 no m\u00ednimo insuport\u00e1vel. Tal como as express\u00f5es anteriores, essa tamb\u00e9m \u00e9 figurada para explicar sensa\u00e7\u00f5es agonizantes. Defendo que seja uma express\u00e3o figurativa pelo fato irrefut\u00e1vel que as almas n\u00e3o t\u00eam as mesmas estruturas corporais que temos aqui, enquanto residimos no corpo.<\/p>\n<p>Para desempenhar atividades ligadas a alimenta\u00e7\u00e3o, se faz necess\u00e1rio a presen\u00e7a e uso da arcada dent\u00e1ria, o que \u00e9 absolutamente dispens\u00e1vel aos corpos espirituais dos que forem para as regi\u00f5es infernais. Principalmente por essa raz\u00e3o, o termo \u201cranger os dentes\u201d foi usado por Cristo para traduzir a ideia de sofrimento incontrol\u00e1vel. Sim \u00e9 neste sentido que o Senhor empregou a express\u00e3o e \u00e9 justamente esse sofrimento incontrol\u00e1vel que as almas impenitentes padecer\u00e3o eternamente.<\/p>\n<h2>LUGAR ONDE O BICHO NUNCA MORRE<\/h2>\n<p>Acredito ser desnecess\u00e1rio empreender alguma explica\u00e7\u00e3o sobre os termos em pauta, visto que eles tamb\u00e9m s\u00e3o termos peculiares da associa\u00e7\u00e3o entre o lugar de tormentos eternos e a figura da Geena. Mas vou arriscar uma breve nota sobre o assunto. Pelo termo \u201clugar onde o bicho nunca morre\u201d entende-se como sendo um lugar de desconforto extremo.<\/p>\n<p>Sabe-se que um lugar prop\u00edcio para os bichos ou vermes \u00e9 um ambiente de muita e cont\u00ednua sujeira. Esse tipo de ambiente \u00e9 o retrato n\u00edtido de um lugar de desconforto, um recinto assim \u00e9 inadequado para algu\u00e9m se sentir bem. Um ambiente desses \u00e9 extremamente impr\u00f3prio para a exist\u00eancia humana. No uso dessas compara\u00e7\u00f5es Jesus enfatiza a realidade degradante e desconfort\u00e1vel da habita\u00e7\u00e3o eterna dos que perecerem.<\/p>\n<h2>ENXOFRE E LAGO DE FOGO<\/h2>\n<p>Como vimos na introdu\u00e7\u00e3o deste cap\u00edtulo, era posto enxofre para facilitar a queima do lixo e higieniza\u00e7\u00e3o dos demais elementos f\u00e9tidos que jaziam no incinerador de Jerusal\u00e9m. O uso desse mineral (o enxofre) nos textos que falam sobre o inferno \u00e9 usado unicamente objetivando chamar a aten\u00e7\u00e3o para a figura que Cristo insistentemente invocou em seus discursos quando tratou sobre a realidade eterna dos impenitentes que receber\u00e3o a ira divina com todo o seu rigor ap\u00f3s terem passado pelo ju\u00edzo de Deus.<\/p>\n<p>Essa mesma figura surge novamente em Apocalipse 20.14,15\/21.8. Nos textos de Apocalipse Lago de fogo pode ser interpretado como um estado da alma, que pela sua dist\u00e2ncia de Deus e do gozo celestial padece a segunda morte.<\/p>\n<p>Outra interpreta\u00e7\u00e3o cab\u00edvel nestes textos \u00e9 a plena inatividade dos elementos morte e inferno. A ideia de que no inferno haver\u00e1 enxofre reside no fato de que Jesus intencionava associar o papel no enxofre na Geena \u00e0 presen\u00e7a de outros elementos com igual potencial de fomentar a atividade sofredora do inferno, ou seja, na Geena o enxofre servia principalmente para intensificar a queima e com isso garantir que se cumprisse o objetivo daquele aterro sanit\u00e1rio.<\/p>\n<p>Em outras palavras, ao usar a figura do enxofre para abordar a pena eterna dos impenitentes, Jesus queria afirmar que a todo o sofrimento prefigurado no fogo, no choro, no ranger de dentes, etc. seria acrescido outros fatores que intensificar\u00e1 ainda mais toda dor e todo sofrimento.<\/p>\n<p>Outras figuras emergem das p\u00e1ginas das Escrituras sobre a puni\u00e7\u00e3o eterna dos condenados. Por exemplo, Jesus falou do inferno como sendo um lugar de trevas espessas , caracterizando-o como um calabou\u00e7o ou lugar de tortura.<\/p>\n<h2>A REALIDADE DO INFERNO<\/h2>\n<p>Sei que n\u00e3o posso encerrar todo o sentido do tema, mas gostaria de chamar a aten\u00e7\u00e3o do leitor para alguns textos e interpret\u00e1-los de modo que revelem a natureza real desse lugar de tormentos perp\u00e9tuos.<\/p>\n<p>Segundo o texto de Lucas 16.23, o inferno \u00e9 um lugar de plena consci\u00eancia. O texto destaca algumas verdades e esclarece algumas quest\u00f5es como: recorda\u00e7\u00f5es da vida que levou na terra, arrependimento pelas obras erradas que foram cultivadas, afetividade ainda agu\u00e7ada, desejo de uma nova chance. As pessoas que forem viver sua eternidade no inferno ter\u00e3o que conviver eternamente com essa dura realidade.<\/p>\n<p>O inferno \u00e9, segundo Mateus 18.9 um lugar onde os sentidos estar\u00e3o agu\u00e7ados para perceberem e viverem sofrimentos invis\u00edveis e indel\u00e9veis pela eternidade. Talvez aqui surja uma quest\u00e3o: como os sentidos estar\u00e3o agu\u00e7ados se ser\u00e3o as almas e n\u00e3o os corpos que padecer\u00e3o no inferno? Na verdade muitos textos no Novo Testamento sugerem ou declaram que no \u00faltimo Dia haver\u00e1 uma ressurrei\u00e7\u00e3o de todos os mortos, absolvidos e condenados.<\/p>\n<p>Esse argumento tem apoio b\u00edblico: \u201cn\u00e3o vos maravilheis disto, porque vem a hora em que todos os que se acham nos t\u00famulos ouvir\u00e3o a sua voz e sair\u00e3o: os que tiverem feito o bem, para a ressurrei\u00e7\u00e3o da vida; e os que tiverem praticado o mal, para a ressurrei\u00e7\u00e3o do ju\u00edzo .\u201d Perceba que todos ressuscitar\u00e3o. Essa ressurrei\u00e7\u00e3o \u00e9 universal e ao que parece envolve duas \u00e1reas: f\u00edsica e espiritual. Assim como os ressurretos santos receber\u00e3o corpos como o dos anjos para gozarem dos prazeres eternos, obviamente os mortos perversos receber\u00e3o algum tipo de corpo ressurreto no qual ser\u00e3o atormentados para sempre.<\/p>\n<h2>QUEM \u00c9 CANDIDATO AO INFERNO?<\/h2>\n<p>\u2022 Os que fazem pouco caso de Deus \u2013 Sl 9.17;<br \/>\n\u2022 Os ad\u00falteros \u2013 Pv. 5.5;<br \/>\n\u2022 Aqueles que fazem de suas vidas uma exist\u00eancia in\u00fatil para Deus \u2013 Mt. 3.12;<br \/>\n\u2022 Os que se recusam se arrepender de seus delitos contra Deus \u2013 Mt. 11.23;<br \/>\n\u2022 Aqueles cuja prega\u00e7\u00e3o n\u00e3o condiz com a vida que levam \u2013 Mt. 23.15,23;<br \/>\n\u2022 Todos aqueles que insistem em n\u00e3o perdoar aos que lhe fazem mal \u2013 Mt. 18. 34-35;<br \/>\n\u2022 Os ego\u00edstas que n\u00e3o se importam com as dores alheias \u2013 Mt. 25. 31-46;<br \/>\n\u2022 Aqueles que preferem viver pelos padr\u00f5es que Deus despreza \u2013 Ap. 21.8;<\/p>\n<h2>ADVERT\u00caNCIAS AOS QUE N\u00c3O QUEREM IR PRA O INFERNO:<\/h2>\n<p>1) \u00c9 melhor abri m\u00e3o de coisas importantes, necess\u00e1rias e insubstitu\u00edveis do que abri m\u00e3o de coisas eternas \u2013 Mt. 5.29-30;<\/p>\n<p>2) Procuremos fazer a vontade de Deus ainda que ela seja muito dif\u00edcil e ainda que para viv\u00ea-la tenhamos que sofrer \u2013 Mt. 7.13-14;<\/p>\n<p>3) (M\u00c3O) Se as nossas a\u00e7\u00f5es desagradam a Deus, \u00e9 melhor que abramos m\u00e3o delas, pois \u00e9 melhor deixar de satisfazer a si mesmo do que ser condenado ao inferno; (P\u00c9S) se os lugares para onde costumamos ir, nos fazem ser desagrad\u00e1veis a Deus, \u00e9 melhor que deixemos esse h\u00e1bito, pois \u00e9 melhor perder h\u00e1bitos que gostamos do que ganhar ingressos para o inferno; (OLHOS) se as coisas em que nossa aten\u00e7\u00e3o se foca, n\u00e3o agradam a Deus, \u00e9 melhor que mudemos nosso foco, pois \u00e9 melhor n\u00e3o se interessar pelo que a maioria das pessoas se interessa do que ser igual a todo mundo e mesmo assim ser condenado ao inferno \u2013 Marcos 9.43-48;<\/p>\n<h2>T\u00c1RTARO<\/h2>\n<p>J\u00e1 em 2 Pedro 2.4-10a diz: \u201cOra, se Deus n\u00e3o poupou anjos quando pecaram, antes, precipitando-os no inferno, os entregou a abismos de trevas, reservando-os para ju\u00edzo; e n\u00e3o poupou o mundo antigo, mas preservou a No\u00e9, pregador da justi\u00e7a, e mais sete pessoas, quando fez vir o dil\u00favio sobre o mundo de \u00edmpios; e, reduzindo a cinzas as cidades de Sodoma e Gomorra, ordenou-as \u00e0 ru\u00edna completa, tendo-as posto como exemplo a quantos venham a viver impiamente; e livrou o justo L\u00f3, afligido pelo procedimento libertino daqueles insubordinados (porque este justo, pelo que via e ouvia quando habitava entre eles, atormentava a sua alma justa, cada dia, por causa das obras in\u00edquas daqueles), \u00e9 porque o Senhor sabe livrar da prova\u00e7\u00e3o os piedosos e reservar, sob castigo, os injustos para o Dia de Ju\u00edzo, especialmente aqueles que, seguindo a carne, andam em imundas paix\u00f5es e menosprezam qualquer governo.(grifo meu).<\/p>\n<p>Vejamos este mesmo texto na B\u00edblia de Jerusal\u00e9m:<\/p>\n<p>\u201cCom efeito, se Deus n\u00e3o poupou os anjos que pecaram, mas lan\u00e7ou-os nos abismos tenebrosos do T\u00e1rtaro, onde est\u00e3o guardados \u00e0 espera do Julgamento, nem poupou o mundo antigo, mas, ao trazer o dil\u00favio sobre o mundo dos \u00edmpios, preservou apenas oito pessoas, entre as quais No\u00e9, o arauto da justi\u00e7a, e se, como exemplo do que havia de sobrevir aos \u00edmpios, condenou \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o as cidades de Sodoma e de Gomorra, reduzindo-as a cinzas, enquanto livrou o justo L\u00f3, deprimido com o comportamento dissoluto daqueles perversos porque esse justo, que morava entre eles, afligia diariamente a sua alma justa com as obras in\u00edquas que via e ouvia \u2014, \u00e9 certamente porque o Senhor sabe libertar os piedosos da tenta\u00e7\u00e3o e reservar os injustos sob castigo \u00e0 espera do dia do Julgamento, sobretudo aqueles que seguem a carne, entregando-se a paix\u00f5es imundas, e que desprezam a autoridade do Senhor\u201d. (grifo do autor).<\/p>\n<p>Um texto bem parecido aparece em Judas 6:<\/p>\n<p>\u201caos anjos que n\u00e3o guardaram o seu principado, mas deixaram a sua pr\u00f3pria habita\u00e7\u00e3o, ele os tem reservado em pris\u00f5es eternas na escurid\u00e3o para o ju\u00edzo do grande dia.\u201d<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, devemos acreditar que exista um inferno para os dem\u00f4nios e outro para os homens \u00edmpios? Ou devemos aceitar que os dem\u00f4nios est\u00e3o todos presos? Ou ainda que existam dem\u00f4nios piores que outros e que por isso alguns est\u00e3o presos e outros soltos?<br \/>\nA vers\u00e3o da B\u00edblia de Jerusal\u00e9m \u00e9 bem mais clara e por isso lan\u00e7a uma melhor percep\u00e7\u00e3o da mensagem que este texto quer enfatizar. Mas o que vem a ser o T\u00e1rtaro? Ora a compreens\u00e3o desta palavra exige que retrocedamos a Gr\u00e9cia antiga e revejamos sua mitologia, onde T\u00e1rtaro era o nome que os antigos usavam para descrever o que eles chamavam de \u2018o abismo mais profundo do inferno. \u2019<\/p>\n<p>o Dicion\u00e1rio de Mitologia Grega e Romana assim se refere a t\u00e1rtaro: \u201co T\u00e1rtaro, cujo nome n\u00e3o \u00e9 sen\u00e3o uma displicente onomatopeia representava, no centro da terra, a pris\u00e3o dos rejeitados. \u201d Ao empregar este termo, Pedro estava destacando a rejei\u00e7\u00e3o de Deus pelos dem\u00f4nios. A palavra usada pelo tradutor \u00e9 inferno enquanto que no grego original \u00e9 t\u00e1rtaro que na cultura e compreens\u00e3o dos gregos era o abismo mais profundo do inferno, enquanto para os judeus era o mesmo que a Geena.<\/p>\n<p>N\u00e3o seria sensato, pensar que a express\u00e3o de Pedro \u201cos entregou a abismos de trevas\u201d significa a condena\u00e7\u00e3o dos dem\u00f4nios ao inferno, uma vez que em seguida o ap\u00f3stolo diz: \u201creservando-os para ju\u00edzo\u201d. A senten\u00e7a n\u00e3o pode preceder ao julgamento. Mas o texto deixa claro que \u201centregar os dem\u00f4nios a abismos de trevas\u201d foi o modo como Deus quis \u201creserv\u00e1-los para o ju\u00edzo\u201d. Dessa forma, ao entreg\u00e1-los a abismos, Deus minimizou seu poder, limitou sua atua\u00e7\u00e3o e reduziu as atribui\u00e7\u00f5es do querubim ungido que lhe fora outorgado quando, no princ\u00edpio foi criado.<\/p>\n<p>N\u00f3s sabemos que tanto no texto referido em 2 Pedro como em Judas 6 o tempo da condena\u00e7\u00e3o \u00e9 presente, mostrando com isso que eles j\u00e1 est\u00e3o presos o que bem sabemos que n\u00e3o \u00e9 verdade, n\u00e3o literalmente. Os textos em an\u00e1lises deixam-nos a seguinte mensagem: que os anjos que pecaram foram sentenciados ao ju\u00edzo, destitu\u00eddos do poder que tinham e expulsos do seu domic\u00edlio.<\/p>\n<p>O leitor pode dizer que os dem\u00f4nios atuam com tanta efici\u00eancia no tempo presente que n\u00e3o tem como duvidar que eles tenham poder. Mas devemos dizer que o poder deles fora minimizado por Deus. Pois a palavra \u201calgemas\u201d que aparece em Judas 6 sugere que h\u00e1 uma pris\u00e3o em que est\u00e3o, enquanto que a palavra \u201cguardado\u201d no grego \u00e9 tereo (\u03c4\u03b7\u03c1\u03b5\u03c9) palavra comumente usada em forma de met\u00e1fora significando \u201cmanter algu\u00e9m no estado no qual ele est\u00e1\u201d. Ora eles est\u00e3o mantidos atuantes, por\u00e9m em escala minimizada de poder. \u00c9 o mesmo caso que surge em Apocalipse 20 onde nos assegura o texto que satan\u00e1s foi preso.<\/p>\n<p>E n\u00f3s, amilenistas, acreditamos que satan\u00e1s est\u00e1 verdadeiramente preso. Mas isso pode parecer il\u00f3gico, insano. Como satan\u00e1s estaria preso se a cada dia que passa seu dom\u00ednio cruel aumenta sobre o mundo? O autor do Apocalipse foi cuidadoso quando esclareceu que satan\u00e1s fora preso \u201cpara que n\u00e3o mais enganasse as na\u00e7\u00f5es\u201d. Neste sentido ele est\u00e1 aprisionado. Para esta finalidade ele est\u00e1 inoperante .<\/p>\n<p>Conclu\u00edmos ent\u00e3o que em se referindo aos dem\u00f4nios, o t\u00e1rtaro \u00e9 a diminui\u00e7\u00e3o das for\u00e7as sat\u00e2nicas no per\u00edodo entre as duas vindas de Cristo a terra. O sentido grego dessa palavra tamb\u00e9m abrange a rejei\u00e7\u00e3o punitiva para os maus e castigo para os \u00edmpios, todavia os autores b\u00edblicos optaram por n\u00e3o se utilizaram deste termo para se referirem \u00e0 pessoas, deixando claro, com isso, que h\u00e1 distin\u00e7\u00e3o entre o inferno dos homens que \u00e9 o lugar de puni\u00e7\u00e3o eterna e o t\u00e1rtaro dos dem\u00f4nios que \u00e9 muito mais um estado do que propriamente um lugar.<\/p>\n<h2>HADES OU SHEOL<\/h2>\n<p>Bem estes voc\u00e1bulos s\u00e3o por demais dif\u00edceis de interpretar. A depender do contexto, o significado pode variar muito. Sheol \u00e9 um termo hebraico usado tipicamente para designar sepultura, mas h\u00e1 outras designa\u00e7\u00f5es no Velho Testamento para essa palavra. A mesma regra de varia\u00e7\u00e3o na interpreta\u00e7\u00e3o vale para o voc\u00e1bulo grego hades presente em algumas passagens do Novo Testamento. Essas palavras surgem em v\u00e1rios textos trazendo consigo significados distintos e variados. Vejamos abaixo alguns exemplos.<\/p>\n<h2>Sheol como sepultura<\/h2>\n<p>Em salmos 139.8: \u201cSe subo aos c\u00e9us, l\u00e1 est\u00e1s; se fa\u00e7o a minha cama no mais profundo {sheol}, l\u00e1 est\u00e1s tamb\u00e9m;\u201d Neste texto o significado mais cab\u00edvel seria sepultura, uma vez que o autor est\u00e1 falando de inst\u00e2ncias f\u00edsicas, de lugares distantes ou pr\u00f3ximos onde a m\u00e3o divina o guiaria e sustentaria. Esse argumento pode ser mais bem aceito quando notamos que os demais lugares mencionados pelo salmista s\u00e3o todos f\u00edsicos. Ele fala do c\u00e9u, mares, ambientes escuros e claros.<\/p>\n<p>Em salmos 49.14 lemos: \u201dComo ovelhas s\u00e3o postos no {sheol}; a morte \u00e9 o seu pastor; eles descem diretamente para a cova, onde a sua formosura se consome; a sepultura \u00e9 o lugar em que habitam\u201d. Do mesmo modo que o texto anterior, aqui sheol tamb\u00e9m quer dizer sepultura. Isso \u00e9 visto claramente na compara\u00e7\u00e3o que o salmista faz entre o homem e a ovelha mostrando que a morte \u00e9 uma consequ\u00eancia inevit\u00e1vel da exist\u00eancia de todo ser vivo racional ou n\u00e3o.<\/p>\n<p>Sheol como lugar de puni\u00e7\u00e3o e condena\u00e7\u00e3o eterna<\/p>\n<p>No salmo 9.17, volta a aparecer o termo sheol, desta vez para designar o lugar onde os \u00edmpios e aqueles que fazem pouco caso de Deus perecer\u00e3o eternamente, ou seja, o lugar para onde os \u00edmpios s\u00e3o enviados para castigo. O texto diz: \u201cOs perversos ser\u00e3o lan\u00e7ados no {sheol}, e todas as na\u00e7\u00f5es que se esquecem de Deus.\u201d V\u00ea-se aqui um indubit\u00e1vel exemplo de castigo e puni\u00e7\u00e3o. Percebe-se aqui que a causa da ida destes indiv\u00edduos e na\u00e7\u00f5es para o sheol \u00e9 o fato de eles serem \u00edmpios e se esquecerem de Deus, por isso ser\u00e3o castigados.<\/p>\n<p>Outra vez a palavra sheol surge expressando uma promessa de puni\u00e7\u00e3o para o povo impenitente. Desta feita em Os\u00e9ias 13.14: \u201cEu os redimirei do poder do {sheol}; eu os resgatarei da morte. Onde est\u00e3o, \u00f3 morte, as suas pragas? Onde est\u00e1, \u00f3 sepultura, a sua destrui\u00e7\u00e3o?\u201d<br \/>\n\u201cAs duas primeiras frases s\u00e3o perguntas ret\u00f3ricas que exigem uma resposta negativa: \u201cEu os remirei do poder do {sheol}? N\u00e3o. \u201cEu os resgatarei da morte? N\u00e3o. As duas frases seguintes chamam a morte e o inferno para lan\u00e7arem seu poder contra Israel.\u201d<\/p>\n<p>Sheol como hip\u00e9rbole representando desesperan\u00e7a\u00a0ou consequ\u00eancias funestas<\/p>\n<p>Em Jonas 2.1,2 a mesma palavra aparece trazendo um sentido diferente: \u201cEnt\u00e3o, Jonas, do ventre do peixe, orou ao SENHOR, seu Deus, e disse: Na minha ang\u00fastia, clamei ao SENHOR, e ele me respondeu; do ventre do {sheol}, gritei, e tu me ouviste a voz.\u201d Aqui a l\u00f3gica do contexto n\u00e3o nos deixa entender outra coisa sen\u00e3o que o profeta est\u00e1 usando de hip\u00e9rbole para designar a impossibilidade de voltar a viver. Um homem numa situa\u00e7\u00e3o como a que Jonas esteve, deve naturalmente duvidar da possibilidade de voltar \u00e0 exist\u00eancia.<\/p>\n<p>O sheol de Jonas pode ser traduzido como o abismo da desesperan\u00e7a e da ang\u00fastia. N\u00e3o acho que seja correto relacionar este abismo ou sheol com o abismo das profundidades do mar, uma vez que o profeta n\u00e3o p\u00f4de determinar \u00e0 quantos metros estava dentro do mar. Outra coisa \u00e9 que em determinadas \u00e9pocas do ano, baleias e peixes de grande porte, escolhem as \u00e1guas mais rasas para acasalar e desovar.<\/p>\n<p>Em prov\u00e9rbios 7.27 o texto b\u00edblico se expressa com essas palavras: \u201cA sua casa \u00e9 caminho para o {sheol} e desce para as c\u00e2maras da morte.\u201d Esse texto traduz sheol por sepultura na vers\u00e3o Almeida Revista e Atualizada, contudo pelo contexto impl\u00edcito nos parece melhor interpretar sheol por consequ\u00eancias funestas. Desse modo o texto ganharia o seguinte significado: \u201ca casa da mulher ad\u00faltera \u00e9 caminho que conduz \u00e0s consequ\u00eancias funestas por isso pode conduzir a morte.\u201d Talvez essa seja a melhor tradu\u00e7\u00e3o para o texto em foco.<\/p>\n<p>Sheol tem conota\u00e7\u00e3o de mau caminho, perdi\u00e7\u00e3o e engano em Prov\u00e9rbios 5.5: \u201cOs seus p\u00e9s descem \u00e0 morte; os seus passos conduzem ao {sheol}.\u201d<\/p>\n<p>O hades como habita\u00e7\u00e3o ou estado de todos os mortos condenados e salvos.<\/p>\n<p>Outra cita\u00e7\u00e3o pertinente ao assunto em relev\u00e2ncia \u00e9 Atos 2.27 onde em seu discurso Pedro recorre a um dos salmos messi\u00e2nicos de Davi: \u201cporque n\u00e3o deixar\u00e1s a minha alma no HADES, nem permitir\u00e1s que o teu Santo veja corrup\u00e7\u00e3o\u201d. Essa cita\u00e7\u00e3o \u00e9 referente a Jesus. Algumas escolas teol\u00f3gicas defendem que o hades ou sheol \u00e9 o lugar para onde ir\u00e3o apenas os que morrerem sem Deus.<\/p>\n<p>Entretanto aqui o texto deduz-nos que Jesus ao morrer foi ao hades, como um morto qualquer, mas n\u00e3o permaneceu l\u00e1 porque seu corpo n\u00e3o viu corrup\u00e7\u00e3o, ou seja, n\u00e3o experimentou decomposi\u00e7\u00e3o. Claro que essa quest\u00e3o \u00e9 estritamente dependente do texto que se est\u00e1 consultando. Neste de Atos, o autor usa Hades com conota\u00e7\u00e3o de sepultura, neste sentido, todos, incondicionalmente ir\u00e3o para o mesmo lugar. Mas o texto quer dizer basicamente que Deus n\u00e3o permitiria que o corpo de Jesus permanecesse separado de seu esp\u00edrito.<\/p>\n<h2>Hades como lugar de tormentos eternos<\/h2>\n<p>Em Lucas 16 Jesus conta a par\u00e1bola do rico e de L\u00e1zaro, um mendigo que vivia na mesma cidade do homem rico. Jesus falou sobre a vida que estes seres financeiramente antag\u00f4nicos viviam e por fim falou sobre suas mortes e o destino que suas almas tomaram. O vers\u00edculo 23 traduz hades para inferno. L\u00e1 o texto exp\u00f5e elementos como fogo e tormento, levando-nos a entender que aqui o hades \u00e9 uma figura da eterna puni\u00e7\u00e3o dos homens maus.<\/p>\n<p>Conclu\u00edmos, pois entendendo que na leitura da B\u00edblia nas vers\u00f5es em portugu\u00eas se faz necess\u00e1rio uma an\u00e1lise para a palavra inferno. Entendemos tamb\u00e9m que o inferno \u00e9 uma realidade expressa na B\u00edblia de modo a fazer-nos entender a ess\u00eancia da sua natureza para que vivamos uma vida que nos livre de t\u00ea-lo como nosso destino eterno.<\/p>\n<p>Tradicionalmente as igrejas crist\u00e3s que ainda conservam uma vis\u00e3o ortodoxa da interpreta\u00e7\u00e3o b\u00edblica defendem a inexist\u00eancia daquilo que algumas seitas denominam de \u2018sono da alma\u2019 e sustentam a doutrina da lucidez da alma ap\u00f3s a morte e da instant\u00e2nea posse do antegozo que os salvos passam a experimentar imediatamente ap\u00f3s sua entrada na eternidade (morte). \u00c9 deveras salutar continuar honrando essas doutrinas, uma vez que elas apresentam bons argumentos e firme respaldo b\u00edblico. Embora tenhamos tratado a quest\u00e3o do inferno de forma bastante anal\u00edtica ao levantar um pano de fundo hist\u00f3rico e uma hermen\u00eautica pouco ortodoxa, conservamos o desejo de jamais e de nenhum modo adulterar a inerrante, inspirada, eterna e absoluta Palavra de Deus, sem a qual nenhuma base \u00e9 s\u00f3lida e nenhuma autoridade \u00e9 sustent\u00e1vel.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cAs opini\u00f5es e textos aqui publicados s\u00e3o de total responsabilidade dos autores\u201d<\/p>\n<div>\n<div>\n<h3>autor<\/h3>\n<\/div>\n<div><a title=\"\" href=\"http:\/\/estudos.gospelprime.com.br\/jose-rosivaldo\/\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/assets.gospelprime.com.br\/articulistas\/jose-rosivaldo.jpg\" alt=\"Mission\u00e1rio Rosivaldo\" width=\"100\" height=\"80\" \/><\/a><\/p>\n<h4>Mission\u00e1rio Rosivaldo<\/h4>\n<p>Mission\u00e1rio formado pela JOCUM \u2013 Jovens Com Uma Miss\u00e3o, uma organiza\u00e7\u00e3o crist\u00e3 missionaria que atua em todas as na\u00e7\u00f5es do mundo. Pastoreou a igreja Batista em Lagoa do Peri-peri &#8211; AL. Escreveu diversos livros. Educador crist\u00e3o h\u00e1 v\u00e1rios anos. Casado com Fernanda Laurindo. Baixe gr\u00e1tis os livros &#8220;M\u00c1 ADMINISTRA\u00c7\u00c3O DOS D\u00cdZIMOS E OFERTAS&#8221; e O DOCE AMARGO DO PECADO no site www.gospelmais.com.br.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O inferno \u00e9 uma realidade mesmo que voc\u00ea n\u00e3o creia! 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